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Brasil rumo ao 2° lugar em número de usuários no Facebook

O grupo de análise de redes sociais SocialBakers, divulgou um ranking mostrando que o Brasil tem hoje cerca de 44,6 milhões de membros inscritos e perde apenas para os Estados Unidos, berço da rede socal, que segue liderando com 156,8 milhões de usuários e para a Índia com 45,7 milhões – bem próximo do número de brasileiros inscritos.

   

O ponto de virada no e-commerce brasileiro

Malcolm Gladwell em seu livro “The Tipping Point: How Little Things Can Make a Big Difference” (Ed. Little Brown, 2000) define Tipping Point, ou Ponto de Virada, como sendo “o momento da massa crítica, o limiar, o ponto de ebulição”.

O ponto de virada acontece quando vários elementos se somam aleatoriamente e causam a revolução em um segmento. O e-commerce brasileiro está muito perto de alcançar seu tipping point. A seguir analisaremos alguns dos elementos responsáveis por essa virada.

Os consumidores novos: em 2012 a internet comercial completa 18 anos de idade. Isso significa dizer que as pessoas que nesse ano atingem a maior idade, nasceram, foram criadas e alfabetizadas sob a luz da Grande Rede. São milhões de brasileiros entrando na parcela da população economicamente ativa.

Os novos consumidores: desde 2008 a classe C vem aumentando consideravelmente sua participação no comércio eletrônico nacional. São milhões de brasileiros que descobrem na internet um canal mais barato para fazer suas compras.

O crédito e as facilidades de pagamento: oferecidas pelas redes de varejo, possibilitam que mais pessoas comprem seu primeiro computador e consequentemente, tenham acesso às facilidades de se comprar online.

As conexões de banda larga: a melhoria na qualidade e o barateamento delas, assim como sua expansão para cidades mais afastadas dos centros urbanos, através do acesso 3G, oferecido pelas operadoras de telefonia móvel. Quanto mais rápida a velocidade de acesso, melhor a experiência de navegação e o tempo de permanência dos visitantes nos sites de e-commerce.

Os índices sócio-econômicos: favoráveis ao aumento das vendas no varejo, tais como aumento da massa salarial, queda nas taxas de desemprego, alto índice de confiança do consumidor e estabilidade econômica e cambial.

A dança das categorias: a chegada de novos consumidores, cujo perfil predominante é de mulheres de classe C, causa mudança nas categorias de produtos mais vendidos pela internet. Best sellers tais como eletrônicos e informática perderam posição para produtos das categorias vestuário e cosméticos.

A invasão das MPE: o avanço do Google, Facebook e dos comparadores de preços, como grandes geradores de tráfego para as lojas virtuais, dão chance para que micro, pequenos e médios empresários briguem de igual para igual com os grandes players, uma vez que conseguem acompanhar de perto seus investimentos em mídia digital e torná-los mais eficientes.

O acesso à tecnologia: os sites de crowdsourcing possibilitam que empresas contratatem serviços de designers e programadores de outros lugares do mundo, a custos muito mais baixos do que os oferecidos por aqui. Além disso, as próprias plataformas tecnológicas deixaram de ser diferencial competitivo de sucesso no e-commerce. A grande oferta de empresas nesse setor vem causando redução nos preços e melhoria nas funcionalidades.

Formação de profissionais: escolas tradicionais como ESPM e FGV começam a ofertar cursos nessa área. Uma escola especializada, a Ecommerce School, tem cursos de e-commerce em níveis básico, intermediário e avançado. Já é possível encontrar literatura especializada, escrita por autores nacionais tais como Mauricio Salvador, Solange Oliveira e Felippi Perez.

Líderes inspiradores: os jovens empreendedores digitais têm em quem se inspirar. São de se admirar os cases milionários de sucesso como BuscaPé, Netshoes, Peixe Urbano, Ikeda (Rakuten), Sacks (Sephora) e Pet Super Market, além da revolução causada pela equipe de executivos que criou a Globex, para assumir o controle da então decadente operação do Ponto Frio.com e atualmente são os responsáveis pelo maior grupo de e-commerce brasileiro, a Nova Pontocom.

Mobilidade: com o crescimento do uso de smartphones, é possível que mais pessoas usem o aparelho para navegar por lojas virtuais e façam micropagamentos.

Além dos elementos descritos acima, ainda há outros que estão se somando: o surgimento das compras coletivas, que trouxe para o e-commerce milhares de novos consumidores atraídos por ofertas irresistíveis.

O exponencial das redes sociais, que mantém as pessoas conectadas por mais tempo e facilitam o compartilhamento de experiências de compra e uso de produtos e serviços. A redução do IPI e o incentivo à fabricação de tablets nacionais, somado a isso algumas operadoras de telefonia móvel já começam a oferecer tablets subsidiados, na compra de planos de acesso 3G. A chegada do capital estrangeiro tem sido marcada por grupos de olho nas alternativas a crises no mercado europeu e norte-americano.

Se colocarmos tudo isso no caldeirão em ebulição da economia brasileira, mexermos bastante e olharmos os números que têm sido apresentados, veremos que a internet não é apenas mais um canal para se fazer negócios. É ponto obrigatório no circulo virtuoso de qualquer empresa multicanal de sucesso.

O ponto de virada do e-commerce brasileiro se desenha no horizonte. Segundo Malcom Gladwell: “idéias, produtos, mensagens e comportamentos se espalham como vírus”.

A festa começou faz tempo e tem um monte de gente se divertindo. Uma grande multidão ainda está na porta, ávida por entrar. Resta saber que se você vai querer já estar bem preparado lá dentro antes da porta se abrir de vez.

 

Fonte: Webinsider

   

Design, desígnio, designar: dar significado

Pode o design ser alavancador de atributos sociais e culturais indicando pensamento intelectual, onde ideias são reveladas através de ícones cognitivos que visam o bem estar, a funcionalidade ou simplesmente comunicar um determinado conceito?

Transmitir pensamento e contribuir com a produção cultural da humanidade é um dos princípios fundamentais do design. Desde os primórdios da sociedade moderna via-se na figura do projetista uma pessoa que previa situações incômodas e tentava resolvê-las agregando a esta solução seu conceito e sua forma ideológica de ver o mundo.

Dar significado conceitual às suas peças gráficas torna o projeto mais singular e especial para quem o absorve. O conceito semântico implica em dar um significado real a determinado símbolo; já o conceito estético demonstra valores visuais reais como cores, formas, alinhamento, imagens etc.

No entanto, conceito demais sem função pode ser prejudicial à abstração da peça criada, ou seja, pode torná-la uma obra de arte ao invés de algo funcional, útil. Esse cuidado deve ser tomado pelos designers, afinal design é mercadológico e não algo para ser exposto em uma galeria. Design faz parte do cotidiano das pessoas. No meio em que estão inseridas.

Sendo assim, vivemos um momento diferente para cada projeto, cada cliente. Pensando sempre na originalidade.

Você já se perguntou alguma vez: “Como resumir esse briefing em uma só frase?”

Este exercício pode criar um conceito, e desse conceito o norte a ser seguido por todo projeto. Muitas coisas têm apenas um conceito, mas você pode mudá-los, criar novos etc.

O papel do designer se torna mais interessante ao olhar para coisas complexas e conseguir extrair o mínimo necessário para que se entenda algo sobre determinado produto, serviço ou marca.

Pense nisso.

 

Fonte: Webinsider

   

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